Você costumava fechar a porta bruscamente, e eu reclamava.
Quando você passou a fechar a porta silenciosamente, eu passei a lhe estranhar.
Hoje você já não fecha e nem abre mais a porta, uma pena, pois justamente hoje era disso que eu precisava pra me sentir mais viva.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
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