A última vez que eu o vi ele vestia uma camiseta branca escrito Vodka em letras de forma vermelhas. Assim foi a última vez que eu o vi, depois disso... eu desapareci!
Será que você lembra como eu estava antes de eu desaparecer?
sábado, 9 de maio de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Você certamente deve estar largado em algum lugar bebendo com seus amigos, com seus olhos verdes virados pro alto e um sorriso barato nos lábios.
Eu certamente devo estar largada em algum lugar, com os olhos fechados pensando em você.
A sua música entra pela minha janela, eu a fecho, já não posso mais ouvi-la sem virar meus olhos para baixo. Você nem sabe nada sobre isso, você nem ao menos lembra.
Em algum lugar existe uma garota que não vai cair na sua tentação, uma garota que vai lhe dizer muitos ‘nãos’, ela vai ignorar a sua música, ela não vai se importar com o verde dos teus olhos, você simplesmente não terá nenhum efeito sobre ela. E nesse dia seus olhos se viraram para baixo.
E em um dia extraordinário eu vou estar distraída e um garoto vai me olhar com todo o carinho que você jamais demonstrou, ele vai seguir todos os meus sinais e decifrá-los. E ele vai tocar uma música linda no seu violão pra mim, só pra mim. E meus olhos vão virar pra cima e encontrar outros olhos que não sejam os seus então meu sorriso não será mais desperdiçado.
Eu certamente devo estar largada em algum lugar, com os olhos fechados pensando em você.
A sua música entra pela minha janela, eu a fecho, já não posso mais ouvi-la sem virar meus olhos para baixo. Você nem sabe nada sobre isso, você nem ao menos lembra.
Em algum lugar existe uma garota que não vai cair na sua tentação, uma garota que vai lhe dizer muitos ‘nãos’, ela vai ignorar a sua música, ela não vai se importar com o verde dos teus olhos, você simplesmente não terá nenhum efeito sobre ela. E nesse dia seus olhos se viraram para baixo.
E em um dia extraordinário eu vou estar distraída e um garoto vai me olhar com todo o carinho que você jamais demonstrou, ele vai seguir todos os meus sinais e decifrá-los. E ele vai tocar uma música linda no seu violão pra mim, só pra mim. E meus olhos vão virar pra cima e encontrar outros olhos que não sejam os seus então meu sorriso não será mais desperdiçado.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Pra muitos, uma loucura...
Mas eu gostaria de me sentir como todas as outras garotas e apenas chorar agora. Chorar, comer compulsivamente doces, olhar as suas fotos e sentir falta de tudo, sentir falta de todas as coisas que existem sobre você. Gostaria de ouvir John Mayer com lágrimas nos olhos tentando encontrar os reais motivos por esse 'the end'. Eu queria estar sem animo para levantar e seguir com a minha vida. Eu desejaria muito estar com o coração em pedacinhos por conta de um relacionamento que chegou ao fim. Eu queria muito sentir tudo isso, mas é pouco provável que isso aconteça, já que pra se terminar uma relação é necessário começá-la.
domingo, 15 de março de 2009
Eu tenho um barquinho que navega todos os dias em um mar tranquilo fazendo sempre o mesmo trajeto do píer pro mar e do mar pro píer. Mas o meu barquinho espera todos os instantes por uma tempestade, por uma tormenta daquelas com ventos de quilômetros por hora e chuvas que carregam tudo pra bem longe. Meu barquinho espera por algo extraordinário!
sexta-feira, 6 de março de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Amigos para sempre!
Achei muito boa essa propaganda da Fiat! lalaliailialiaa...
Quem nunca cantou essa música na época do colégio em alguma homenagem!
Saudades, nostalgia!
Quem nunca cantou essa música na época do colégio em alguma homenagem!
Saudades, nostalgia!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Eu quis fugir de mim mesma, por isso larguei as roupas que eu usava os livros que eu lia. Até cheguei a trocar de quarto, mudei-me para o quarto ao lado, mas me arrependi ele é grande demais e o estilo sozinho ficou bem mais evidente. Joguei várias almofadas na minha cama pra ver se aquele vazio era preenchido, mas não resolveu muito. Então eu já não via outra solução, eu tinha que fugir. Peguei uma mochila, coloquei algumas poucas parafernálias dentro, joguei todas as suas coisas fora, pus fogo nas fotos, nas lembranças, olhei pra trás e já não via nada mais que me fizesse lembrar você. Abri a porta e parti, em enfiei em vários lugares, passei semanas acampando em lugares deserto, conheci algumas pessoas interessantes, troquei a trilha sonora da minha vida, mas nada disso parecia me fazer esquecer-se de você. E foi quando um colega desses que se conhece pela vida me disse: Belo par de tênis!Por incrível que pareça eu tive que olhar pros meus pés para saber que tênis eu estava usando naquela hora, e quando vi, descobri porque eu não o conseguia esquecer de jeito nenhum. Eu não esqueci porque estavas comigo o tempo todo, eu estava usando o seu tênis. Você foi embora e deixou-o pra mim, acho que foi de propósito. Mas certamente não foi de propositalmente que eu o usava.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Enquanto isso na academia...
...Eu não odeio ninguém, mas não gosto de muita gente.
Acho 20% das pessoas que conheço imbecis, não gosto da forma como pensam, falam e escrevem. Do jeito que se vestem como penteiam os cabelos e a maneira nojenta de mascar o chiclete. Não gosto das gírias usadas, do cheiro comum, querem a todo custo destacarem-se na multidão e acabam por serem tão iguais. Acho barata a marca de cerveja que eles bebem e do cigarro aromatizado que enfiam nos lábios na tentativa de parecer descolado, aliás, ridículas aquelas pessoas descoladas. Descolado a meu ver são aqueles que se descolam do seu ponto originário para se transportar para outro ponto onde não há um encaixe ideal.
Acho banais as fotos que publicam na internet fumando narguilé, do carro usado financiado em 48 vezes com os pneus rebaixados e o som “do momento” berrando de dentro das caixas de som que ocupam a metade do porta-malas.
Sem falar nos braços fabricados por anabolizantes com dragões e tribais tatuados.
Por mim se todos eles fossem sugados por um buraco aberto na terra e levados para outro planeta, eu não me importaria. Ainda assim eu não odeio ninguém!
Acho 20% das pessoas que conheço imbecis, não gosto da forma como pensam, falam e escrevem. Do jeito que se vestem como penteiam os cabelos e a maneira nojenta de mascar o chiclete. Não gosto das gírias usadas, do cheiro comum, querem a todo custo destacarem-se na multidão e acabam por serem tão iguais. Acho barata a marca de cerveja que eles bebem e do cigarro aromatizado que enfiam nos lábios na tentativa de parecer descolado, aliás, ridículas aquelas pessoas descoladas. Descolado a meu ver são aqueles que se descolam do seu ponto originário para se transportar para outro ponto onde não há um encaixe ideal.
Acho banais as fotos que publicam na internet fumando narguilé, do carro usado financiado em 48 vezes com os pneus rebaixados e o som “do momento” berrando de dentro das caixas de som que ocupam a metade do porta-malas.
Sem falar nos braços fabricados por anabolizantes com dragões e tribais tatuados.
Por mim se todos eles fossem sugados por um buraco aberto na terra e levados para outro planeta, eu não me importaria. Ainda assim eu não odeio ninguém!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Para: Você
Ao gostar de você eu ganho muitas coisas.
Ganho novas cores, Ganho asas que me fazem manter os pés distantes do chão; Ganho borboletas saltitantes no estomago e sorrisos perdidos; Ganho sonhos deliciosos durante a noite que se estendem durante o dia; Ganho músicas favoritas tocando na rádio de meia em meia hora e chocolates achados na bolsa ou em alguma gaveta; Ganho vários Gs rabiscados por ai; Ganho a surpresa de ver sua foto na desktop quando eu nem lembrava que tinha a colocado lá;
Só não ganho uma dose de coragem injetada na veia para me declarar a você!
Ganho novas cores, Ganho asas que me fazem manter os pés distantes do chão; Ganho borboletas saltitantes no estomago e sorrisos perdidos; Ganho sonhos deliciosos durante a noite que se estendem durante o dia; Ganho músicas favoritas tocando na rádio de meia em meia hora e chocolates achados na bolsa ou em alguma gaveta; Ganho vários Gs rabiscados por ai; Ganho a surpresa de ver sua foto na desktop quando eu nem lembrava que tinha a colocado lá;
Só não ganho uma dose de coragem injetada na veia para me declarar a você!
domingo, 1 de fevereiro de 2009
?
Ela havia caído de uma altura consideravelmente alta, estava derrotada no chão com uma das pernas torta e o joelho ralado e a outra perna bem reta. Até agora não entendo como ela ralou o joelho, com o tipo de queda que teve não era pra ter ralado-o. Lá de cima do prédio, no ponto mais alto eu a observava. Ela vestia uma saia adoravelmente curta, daquelas que faço coleção, nos pés um Vans old school uma camiseta jogada no peito e um arco de flores nos cabelos. Eu também iria me jogar, mas diferentemente dela, iria me jogar em uma piscina. Eu iria permanecer na água até o Sol virar Lua e a Lua virar Sol e assim até que alguém me encontrasse. Eu podia sentir o seu cheiro, ela carregava consigo um cheiro de canela, e uma bolsa com sabe-se lá o que dentro. Não nos falávamos não trocávamos confidencias, ela chegava de noite em casa e eu de manhã. Mas o prédio, o elevador, o playground, a piscina se pudessem falar certamente contariam coisas incríveis sobre ela e sobre mim. Nunca fomos amigas, mas éramos as únicas que causavam um barulho de verdade naquela gaiola cheia de futilidade, poses forjadas, sorrisos falsos, status e mentiras. Ela embora não tenha conseguido se salvar, me salvou. Livrou-me daquela farsa em que eu vivia!
sábado, 31 de janeiro de 2009
Nos mínimos detalhes.
Sou bem detalhista, adoro observar aqueles detalhes que para muitas pessoas passa despercebido. Esses dias na estrada indo pra praia em meio a um trânsito infernal detalhes chamaram minha atenção. Comecei a reparar o cara que estava em um carro um pouco a frente do que eu estava. O modo como ele movimentava as mãos, os pêlos dos braços voando por conta do vento, o jeito dele movimentar os lábios enquanto cantava uma música que adoro. Enfim fiquei ali babando aqueles detalhes, fascinada pelos movimentos daquele desconhecido e derrepente o trânsito que antes eu considerava infernal passou a ficar bem interessante!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Um sabor
Não há para onde eu olhe que não veja seus olhos me vigiando!
Ainda que eles me vigiem somente no meu pensamento, na minha louca imaginação.
Eu estou voltando pra casa, de novo e eu gosto de saber que posso ir embora e voltar sempre que precisar.
Você deveria experimentar desse meu gosto, dessa minha vida, eu poderia lhe dar uma dose de mim. Como em um supermercado onde tem aquelas garotas que oferecem sucos para as pessoas experimentarem. Eu posso fazer isso, lhe oferecer o meu sabor, e depois você me conta o que achou. Só por favor, pare no meu stand de sabores, não siga em frente antes de experimentar o que eu tenho a lhe oferecer!
Nem que seja apenas uma gotinha!
Ainda que eles me vigiem somente no meu pensamento, na minha louca imaginação.
Eu estou voltando pra casa, de novo e eu gosto de saber que posso ir embora e voltar sempre que precisar.
Você deveria experimentar desse meu gosto, dessa minha vida, eu poderia lhe dar uma dose de mim. Como em um supermercado onde tem aquelas garotas que oferecem sucos para as pessoas experimentarem. Eu posso fazer isso, lhe oferecer o meu sabor, e depois você me conta o que achou. Só por favor, pare no meu stand de sabores, não siga em frente antes de experimentar o que eu tenho a lhe oferecer!
Nem que seja apenas uma gotinha!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Ausência
Você costumava fechar a porta bruscamente, e eu reclamava.
Quando você passou a fechar a porta silenciosamente, eu passei a lhe estranhar.
Hoje você já não fecha e nem abre mais a porta, uma pena, pois justamente hoje era disso que eu precisava pra me sentir mais viva.
Quando você passou a fechar a porta silenciosamente, eu passei a lhe estranhar.
Hoje você já não fecha e nem abre mais a porta, uma pena, pois justamente hoje era disso que eu precisava pra me sentir mais viva.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Candy
Once upon a time, there was Candy and Dan. Things were very hot that year. All the wax was melting in the trees.
He would climb balconies, climb everywhere, do anything for her, oh Danny boy. Thousands of birds, the tiniest birds, adorned her hair. Everything was gold.
One night the bed caught fire. He was handsome and a very good criminal. We lived on sunlight and chocolate bars.
It was the afternoon of extravagant delight. Danny the daredevil. Candy went missing. The days last rays of sunshine cruise like sharks. I want to try it your way this time.
You came into my life really fast and I liked it. We squelched in the mud of our joy. I was wet-thighed with surrender.
Then there was a gap in things and the whole earth tilted. This is the business. This, is what we're after. With you inside me comes the hatch of death. And perhaps I'll simply never sleep again. The monster in the pool. We are a proper family now with cats and chickens and runner beans. Everywhere I looked. And sometimes I hate you.
Friday -- I didn't mean that, mother of the blueness. Angel of the storm. Remember me in my opaqueness. You pointed at the sky, that one called Sirius or dog star, but on here on earth.
Fly away sun.
Ha ha fucking ha you are so funny Dan. A vase of flowers by the bed. My bare blue knees at dawn. These ruffled sheets and you are gone and I am going to. I broke your head on the back of the bed but the baby he died in the morning. I gave him a name. His name was Thomas. Poor little god. His heart pounds like a voodoo drum.
Ha ha fucking ha you are so funny Dan. A vase of flowers by the bed. My bare blue knees at dawn. These ruffled sheets and you are gone and I am going to. I broke your head on the back of the bed but the baby he died in the morning. I gave him a name. His name was Thomas. Poor little god. His heart pounds like a voodoo drum.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Sem um encontrado!
E derrepente me deu uma vontade de pixar na parede do meu quarto, gritar pelo corredor do meu prédio, escancarar para quem quiser ouvir aquele trecho da música do Los Hermanos:
E até quem me vê lendo o jornal na fila do pão sabe que eu te encontrei.
Mas ai eu percebo que isso não faz sentido algum se não há um encontrado.
E até quem me vê lendo o jornal na fila do pão sabe que eu te encontrei.
Mas ai eu percebo que isso não faz sentido algum se não há um encontrado.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Carolina, Carol Bela
Hoje me lembrei da minha irmã. Estava comendo aquele chocolate Lancy da Lacta e logo me veio no pensamento ela.
Quando éramos criança todo verão acampávamos na praia e sempre que meu pai ia ao mercadinho que tinha próximo ao camping ele perguntava se queríamos algo.
Carol sempre respondia: Eu quero um Lancy!
Ali eu comecei a conhecer as preferências da minha irmã, Lancy certamente era o seu chocolate favorito.
Carolina é uma menina bem difícil de esquecer, assim canta Seu Jorge. E a minha irmã também é assim, difícil de esquecer.
Carol estudou nos melhores colégios de Florianópolis, fazia aulas de dança, usava lentes coloridas, cabelos extremamente lisinhos e ralinhos, short curtinho e bem colado ao corpo, aparelho nos dentes e muita encrenca pela frente.
Eu só via a minha irmã nas férias de verão e em alguns raros finais de semana quando ela ia lá pra casa trazendo na bagagem muita confusão. Enlouquecendo o meu pai com seus romances proibidos.
Ela escrevia cartas pra mim me xingando dos nomes mais absurdos possíveis, HAHA, metade do que ela me xingava nas cartas eu não sabia o que significava, ai ela dizia: Vai lá e pergunta pra sua mãe o que significa isso. Lá ia eu perguntar para minha mãe, que sempre respondia algo do tipo: Camila essa palavra significa uma doença sexualmente transmissível, ou isso significa uma mulher de rua.
Riamos horrores com todas aquelas besteiras que ela me escrevia!
Assim era (é) a minha irmã, desastrada, desbocada, maluquinha, Carolina!
Apenas sinto por achar que o destino trocou os caminhos dela. Colocando em sua vida coisas das quais ela não se encaixa, não sabe muito bem como lidar, coisas das quais ela não tem vocação de SER e FAZER.
Quando éramos criança todo verão acampávamos na praia e sempre que meu pai ia ao mercadinho que tinha próximo ao camping ele perguntava se queríamos algo.
Carol sempre respondia: Eu quero um Lancy!
Ali eu comecei a conhecer as preferências da minha irmã, Lancy certamente era o seu chocolate favorito.
Carolina é uma menina bem difícil de esquecer, assim canta Seu Jorge. E a minha irmã também é assim, difícil de esquecer.
Carol estudou nos melhores colégios de Florianópolis, fazia aulas de dança, usava lentes coloridas, cabelos extremamente lisinhos e ralinhos, short curtinho e bem colado ao corpo, aparelho nos dentes e muita encrenca pela frente.
Eu só via a minha irmã nas férias de verão e em alguns raros finais de semana quando ela ia lá pra casa trazendo na bagagem muita confusão. Enlouquecendo o meu pai com seus romances proibidos.
Ela escrevia cartas pra mim me xingando dos nomes mais absurdos possíveis, HAHA, metade do que ela me xingava nas cartas eu não sabia o que significava, ai ela dizia: Vai lá e pergunta pra sua mãe o que significa isso. Lá ia eu perguntar para minha mãe, que sempre respondia algo do tipo: Camila essa palavra significa uma doença sexualmente transmissível, ou isso significa uma mulher de rua.
Riamos horrores com todas aquelas besteiras que ela me escrevia!
Assim era (é) a minha irmã, desastrada, desbocada, maluquinha, Carolina!
Apenas sinto por achar que o destino trocou os caminhos dela. Colocando em sua vida coisas das quais ela não se encaixa, não sabe muito bem como lidar, coisas das quais ela não tem vocação de SER e FAZER.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
=(
Acordei com os olhos hiper inchados por conta de ter fracassado na noite anterior e não ter conseguido conter as lágrimas. Primeira coisa que fiz depois de me olhar no espelho foi enfiar um óculos maior que a minha cara e ir tomar café da manhã.
Café da manhã? Mentira nem engoli nada senão um copo de Nescau.
Não queria ir de jeito nenhum para aquele lugar, àquela viagem era deles e não minha, portanto o que custava me deixar em casa, droga já carrego 20 anos nas costas e posso muito bem ficar em casa sozinha.
Mas nada feito, então peguei as mochilas joguei dentro do carro e me joguei junto no banco, minha saia era tão pequena que quando paramos no posto de gasolina para encher o tanque o frentista provavelmente ficou em duvida: Será que ela é filha dele ou uma garota de programa?
Fiz questão de chupar meu próprio dedo para persistir na duvida do tal frentista, haha.
Em cada cidadezinha que passávamos a minha vontade era de falar: Ei Pai para essa merda de carro e me largue aqui na estrada, pego o rumo de qualquer uma dessas cidadezinhas e vejo no que dá. Mas ele nunca faria isso, então o jeito era irritá-lo, primeiro coloquei uma tromba enorme na cara e o plano era não sorrir nem por um cartão de crédito com limites altíssimos. Comecei a cantarolar o meu novo vicio (http://br.youtube.com/watch?v=Xg-PbJrwVZs) e nada parecia irritá-lo...
Então ele me deixou na casa da minha prima e seguiu na sua viagem ao encontro da minha mãe. E acho que eu nem preciso mencionar o fato de ter chovido por cinco dias impedindo-me de curtir o verão.
Café da manhã? Mentira nem engoli nada senão um copo de Nescau.
Não queria ir de jeito nenhum para aquele lugar, àquela viagem era deles e não minha, portanto o que custava me deixar em casa, droga já carrego 20 anos nas costas e posso muito bem ficar em casa sozinha.
Mas nada feito, então peguei as mochilas joguei dentro do carro e me joguei junto no banco, minha saia era tão pequena que quando paramos no posto de gasolina para encher o tanque o frentista provavelmente ficou em duvida: Será que ela é filha dele ou uma garota de programa?
Fiz questão de chupar meu próprio dedo para persistir na duvida do tal frentista, haha.
Em cada cidadezinha que passávamos a minha vontade era de falar: Ei Pai para essa merda de carro e me largue aqui na estrada, pego o rumo de qualquer uma dessas cidadezinhas e vejo no que dá. Mas ele nunca faria isso, então o jeito era irritá-lo, primeiro coloquei uma tromba enorme na cara e o plano era não sorrir nem por um cartão de crédito com limites altíssimos. Comecei a cantarolar o meu novo vicio (http://br.youtube.com/watch?v=Xg-PbJrwVZs) e nada parecia irritá-lo...
Então ele me deixou na casa da minha prima e seguiu na sua viagem ao encontro da minha mãe. E acho que eu nem preciso mencionar o fato de ter chovido por cinco dias impedindo-me de curtir o verão.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
2009
Em 2009 eu quero mais: Praia; Sol; Madrugada; Festas que terminam quando o Sol nasce; Amigos sinceros que me acompanhem nos meus delírios; Lua; Música sempre e em todos os lugares; Quero abandonar o medo em algum cantinho e esquecer que ele existe; Caipirinha; Tequila, Tequila & Tequila; Viagens; Sonhos; Quero o seu olhar me deixando zonza e com os pelos do braço arrepiados; Quero beijos, beijos na chuva; Lábios desenhados e olhos verdes; Minha família unida sempre; Paz; Saúde pra mim e pra todos que eu amo; Fé; Deus; Carinhos escondidos; English; Turismo&Hotelaria; Jamais deixar de estudar e aprender algo novo; Quero que ele me abrace com aquele moletom geladinho e cheiroso; Skate; Parapente; Continuar com a minha loucura por surfistas; Floripa; SC; Hip Hop Chic; Reggaezinho na Joaka; Planeta Atlântida; Roupas listradinhas; Sabedoria; Companheirismo; Muito Amor; Sorrisos tímidos; Corpos colados bem juntinhos; Lagoinha do Leste; Welcome Trips; Fotografia; Água de Coco; Cinema, Galera; Confra; Um emprego que tenha haver comigo; Musculação; Pedaladas de Bike na Beira Mar; Esportes sempre; Balica; Shows para descabelar geral; Toques suaves; Poesia; Arriscar mais....E que venham mais 365 dias para continuar com as coisas boas de 2008 e inovar e ARRISCAR em 2009!
domingo, 28 de dezembro de 2008
Drugs
Já falei sobre esse assunto no meu antigo blog (Magic Bus), mas eis ai um tema que dá muito pano pra manga.
Drogas!
O que eu penso a respeito disso? Bem, eu penso que o fato de adolescente e até mesmo crianças estarem usando drogas e tornando tudo uma grande bosta por causa dessa palavrinha de seis letras, se dá por culpa de outra palavrinha, menor ainda, de apenas três letras: NÃO.
As pessoas só sabem dizer: Não experimente drogas isso não é bom, vai lhe fazer mal, vai acabar com a sua vida...
Ai o moleque se pergunta: Se é tão ruim assim, então porque será que metade dos meus amigos usa e diz que é o máximo?
Meus pais quando eram jovens, faziam o estilo Hippie Chapado.
Fumavam maconha nos fins de semana, cheiravam e injetavam coca em “ocasiões especiais”, tomavam chá de cogumelo e por ai vai.
Um dia meus pais, meus tios e uns amigos foram acampar em uma praia deserta e lá minha mãe foi apresentada por um colega ao Chá de Cogumelos. Ninguém teve coragem o bastante para experimentar, nem meu pai aceitou, mas minha disse um sonoro: SIM EU QUERO. E lá foi mamãe ingerir o tal chazinho.
Minutos depois meu tio sentiu falta da minha mãe e foi procurá-la. Encontrou-a estarrada na areia da praia de biquíni e óculos de sol e gritou: Rita sua louca o que estás fazendo ai?
Mamãe respondeu: Tô pegando altos bronze mano vou sair daqui pretão brother.
Meu tio: Estás louca, não percebes que está chovendo?
Isso mesmo a viagem que o chá de cogumelos proporcionou a minha mãe foi tão louca que enquanto caia o maior temporal na praia, na mente dela estava um sol de rachar.
Meus pais sempre me falaram sobre drogas abertamente, contando o que eles passaram por causa dela, as situações cômicas e as trágicas e toda a curiosidade que eu tinha sobre as drogas foram saciadas pelas histórias dos meus pais. Quando eu tinha 11, 12 anos enquanto os outros pais levavam seus filhos para assistir filmes da Xuxa e do Didi. Minha mãe colocada no VHS para eu assistir Eu Christiane F, 13 anos drogada e prostituída.
A mensagem que eles sempre me passaram foi bem clara, o que eles queriam dizer era basicamente isso: Definitivamente não desejamos de maneira alguma que você experimente qualquer tipo de drogas, mas infelizmente não podemos a proibir disso, então o que temos a lhe dizer é o seguinte, drogas são boas sim. No começo você vai achar tudo perfeito, delicioso e prazeroso, mas depois de um tempo ela vai te matando aos pouquinhos, começa com um leve esquecimento das coisas, parece que teu cérebro já não é mais o mesmo e depois, bom depois acontece todas as coisas terríveis que você vê hoje.
Meus pais curtiram o “barato” das drogas, mas no momento em que eles perceberam que aquilo estava prejudicando eles, mesmo que de uma forma “leve” eles pularam fora e deram um adeus as drogas.
Portando Pais, não basta dizer aos seus filhos: Não usem drogas. Expliquem para eles o porquê que eles não devem usar!
Drogas!
O que eu penso a respeito disso? Bem, eu penso que o fato de adolescente e até mesmo crianças estarem usando drogas e tornando tudo uma grande bosta por causa dessa palavrinha de seis letras, se dá por culpa de outra palavrinha, menor ainda, de apenas três letras: NÃO.
As pessoas só sabem dizer: Não experimente drogas isso não é bom, vai lhe fazer mal, vai acabar com a sua vida...
Ai o moleque se pergunta: Se é tão ruim assim, então porque será que metade dos meus amigos usa e diz que é o máximo?
Meus pais quando eram jovens, faziam o estilo Hippie Chapado.
Fumavam maconha nos fins de semana, cheiravam e injetavam coca em “ocasiões especiais”, tomavam chá de cogumelo e por ai vai.
Um dia meus pais, meus tios e uns amigos foram acampar em uma praia deserta e lá minha mãe foi apresentada por um colega ao Chá de Cogumelos. Ninguém teve coragem o bastante para experimentar, nem meu pai aceitou, mas minha disse um sonoro: SIM EU QUERO. E lá foi mamãe ingerir o tal chazinho.
Minutos depois meu tio sentiu falta da minha mãe e foi procurá-la. Encontrou-a estarrada na areia da praia de biquíni e óculos de sol e gritou: Rita sua louca o que estás fazendo ai?
Mamãe respondeu: Tô pegando altos bronze mano vou sair daqui pretão brother.
Meu tio: Estás louca, não percebes que está chovendo?
Isso mesmo a viagem que o chá de cogumelos proporcionou a minha mãe foi tão louca que enquanto caia o maior temporal na praia, na mente dela estava um sol de rachar.
Meus pais sempre me falaram sobre drogas abertamente, contando o que eles passaram por causa dela, as situações cômicas e as trágicas e toda a curiosidade que eu tinha sobre as drogas foram saciadas pelas histórias dos meus pais. Quando eu tinha 11, 12 anos enquanto os outros pais levavam seus filhos para assistir filmes da Xuxa e do Didi. Minha mãe colocada no VHS para eu assistir Eu Christiane F, 13 anos drogada e prostituída.
A mensagem que eles sempre me passaram foi bem clara, o que eles queriam dizer era basicamente isso: Definitivamente não desejamos de maneira alguma que você experimente qualquer tipo de drogas, mas infelizmente não podemos a proibir disso, então o que temos a lhe dizer é o seguinte, drogas são boas sim. No começo você vai achar tudo perfeito, delicioso e prazeroso, mas depois de um tempo ela vai te matando aos pouquinhos, começa com um leve esquecimento das coisas, parece que teu cérebro já não é mais o mesmo e depois, bom depois acontece todas as coisas terríveis que você vê hoje.
Meus pais curtiram o “barato” das drogas, mas no momento em que eles perceberam que aquilo estava prejudicando eles, mesmo que de uma forma “leve” eles pularam fora e deram um adeus as drogas.
Portando Pais, não basta dizer aos seus filhos: Não usem drogas. Expliquem para eles o porquê que eles não devem usar!
Adeus?
Então aquele foi um adeus?
Não houve uma festa de despedida;
Com cartazes, mensagens de boa viagem, bolo e refrigerante;
Não houve um abraço e um: “Sentiremos sua falta”
Ninguém foi avisado da sua partida repentina;
Eu não o vi arrumando as malas para a viagem;
Você não me contou para onde estava indo;
Porque você não me disse que essa partida era pra sempre;
Que não haveria uma volta;
Deverias ter me contado;
Eu teria ido com você.
Eu não sabia que havia despedidas surpresas aonde só quem vai embora participa!
Não houve uma festa de despedida;
Com cartazes, mensagens de boa viagem, bolo e refrigerante;
Não houve um abraço e um: “Sentiremos sua falta”
Ninguém foi avisado da sua partida repentina;
Eu não o vi arrumando as malas para a viagem;
Você não me contou para onde estava indo;
Porque você não me disse que essa partida era pra sempre;
Que não haveria uma volta;
Deverias ter me contado;
Eu teria ido com você.
Eu não sabia que havia despedidas surpresas aonde só quem vai embora participa!
sábado, 27 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
A louca borboleta
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Para recordar!
Você tem o sabor e o aroma daquele frisante italiano Cella Lambrusco.
E você causa em mim um estouro igual aquele quando a garrafa se abre.
É como se um pedaço do meu coração estourasse também, de felicidade, da mais pura felicidade. Mas já que não posso comemorar meu Natal com você, vou beber uma garrafa de Cella que é pra ver se sinto você mais pertinho de mim!
E você causa em mim um estouro igual aquele quando a garrafa se abre.
É como se um pedaço do meu coração estourasse também, de felicidade, da mais pura felicidade. Mas já que não posso comemorar meu Natal com você, vou beber uma garrafa de Cella que é pra ver se sinto você mais pertinho de mim!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Sem emoção!
Psyco Dreams
Estava dormindo em um sono pesado, a baba escorria de sua boca em direção ao travesseiro o sonho era… era…
Bling bling bling
Um bairro em uma cidadezinha litorânea onde morou por dois anos quando era criança.
Aquilo havia se transformado em um camping, um bairro/camping, muitas barracas a beira do mar, muitos trailers estacionados por entre as árvores, a cachoeira permanecia a mesma, alguns velhos vizinhos, outros velhos hábitos e muitas surpresas até o fim deste sonho. Foi visitar sua antiga casa, conversou com alguns vizinhos e montou em um cavalo, ela nunca havia montado em um cavalo, mas o entanto parecia uma expert, deu algumas voltas e sem perceber foi parar em um caminho que ela não sabia que existia.
Seguindo pelo tal caminho tudo parecia e era exatamente igual, as barracas, o mar, o lago, os trailers, todo aquele povo de férias eternas, mas eis que algo novo e surpreendente a esperava, sim era ele, ele mesmo Gustavo Augusto á Gosto.
Sim o cara que estava nos visitantes recentes em seu Orkut, aquele garoto que tanto lhe chamou atenção, aqueles olhos fechadinhos, aquele poodle em cima da cabeça ohh que cabelo volumoso, um tanto quanto lindo.
Ele estava no bairro onde ela morou aos oito anos, estava sem camisa, vestido apenas de uma bermuda larguinha no quadril. Do nada surgiram muitas crianças lindas ao seu redor fazendo com que ela perdesse de vista o seu garoto com um poodle no cabelo.
Depois de muito brincar com todos aqueles fedelhos, ela foi andar pelo bairro pra procurar seu amado e o encontrou dando uns pegas em uma atriz da Record (aquela moreninha da novela Chamas da Vida que namora o personagem do Dado Dolabella).
Sentiu uma tristeza enorme no peito e andou desconsolada, porém com uma esperança viva dentro de si. Conheceu um casal e seu cachorro que acampava próximo ao lago, e pasmem o cachorro fumava um baseado.
Juanitta em um grito sonoro gritou: Que é isso? Este cachorro está puxando unzinho?
O casal respondeu algo, mas eu não lembro exatamente o que.
Mais uma vez seguiu seu caminho fazendo gestos ensaiados na frente do espelho para parecer linda e sexy delícia, pois sabia que a qualquer momento poderia esbarrar em Gustavo Augusto á Gosto…
E então já eram quase quatro da tarde quando Camila quase afogada em sua própria baba despertou de seu lindo sonho, e revoltada esmurrou sua king size em prantos por não ter conseguido beijar seu amado nem em sonhos.
Bling bling bling
Um bairro em uma cidadezinha litorânea onde morou por dois anos quando era criança.
Aquilo havia se transformado em um camping, um bairro/camping, muitas barracas a beira do mar, muitos trailers estacionados por entre as árvores, a cachoeira permanecia a mesma, alguns velhos vizinhos, outros velhos hábitos e muitas surpresas até o fim deste sonho. Foi visitar sua antiga casa, conversou com alguns vizinhos e montou em um cavalo, ela nunca havia montado em um cavalo, mas o entanto parecia uma expert, deu algumas voltas e sem perceber foi parar em um caminho que ela não sabia que existia.
Seguindo pelo tal caminho tudo parecia e era exatamente igual, as barracas, o mar, o lago, os trailers, todo aquele povo de férias eternas, mas eis que algo novo e surpreendente a esperava, sim era ele, ele mesmo Gustavo Augusto á Gosto.
Sim o cara que estava nos visitantes recentes em seu Orkut, aquele garoto que tanto lhe chamou atenção, aqueles olhos fechadinhos, aquele poodle em cima da cabeça ohh que cabelo volumoso, um tanto quanto lindo.
Ele estava no bairro onde ela morou aos oito anos, estava sem camisa, vestido apenas de uma bermuda larguinha no quadril. Do nada surgiram muitas crianças lindas ao seu redor fazendo com que ela perdesse de vista o seu garoto com um poodle no cabelo.
Depois de muito brincar com todos aqueles fedelhos, ela foi andar pelo bairro pra procurar seu amado e o encontrou dando uns pegas em uma atriz da Record (aquela moreninha da novela Chamas da Vida que namora o personagem do Dado Dolabella).
Sentiu uma tristeza enorme no peito e andou desconsolada, porém com uma esperança viva dentro de si. Conheceu um casal e seu cachorro que acampava próximo ao lago, e pasmem o cachorro fumava um baseado.
Juanitta em um grito sonoro gritou: Que é isso? Este cachorro está puxando unzinho?
O casal respondeu algo, mas eu não lembro exatamente o que.
Mais uma vez seguiu seu caminho fazendo gestos ensaiados na frente do espelho para parecer linda e sexy delícia, pois sabia que a qualquer momento poderia esbarrar em Gustavo Augusto á Gosto…
E então já eram quase quatro da tarde quando Camila quase afogada em sua própria baba despertou de seu lindo sonho, e revoltada esmurrou sua king size em prantos por não ter conseguido beijar seu amado nem em sonhos.
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